terça-feira, 26 de julho de 2011

Rotinas e debates

Blog interessante... vejam meus amigos educacionais...
http://ciencia1educacao.wordpress.com/

Vídeos da Feira de Porto Alegre - do celular






Constance Kamii - indicação de livro

Pessoal, irei indicar algumas leituras e encontros que considerei significativos em minha prática profissional, humildemente dizendo...
O primeiro texto que indico é para compreender a criança e solver as questões numéricas quantitativas no ensino de matemática. E fazer o vínculo com a Teoria de Piaget e a prática docente.
Um exemplo é o esquema abaixo, que ao mesmo tempo é simples quase óbvio, e, ainda, indecifrável para alguns professores, pois se esquecem das motivações do cientista (seu objeto de pesquisa) e limitações de construção do conhecimento do aluno.

Indico humildemente a leitura desse livro que me ajudou muito em oficinas e foi objeto de concursos...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Slides de palestra para reunião de pais realizada

Pessoal conforme solicitado seguem slides da apresentação realizada em escola parceira aos pais.












Aula para turma de Terapia Ocupacional da UNIARA - ARARAQUARA em Maio de 2011

Aula sobre a função social da educação e a escola enquanto instituição socialmente constituída para formar as novas gerações. Também conversamos sobre a contribuição teórica das várias ciências para o ato educativo. Alunos bacanas foi gratificante...









domingo, 24 de julho de 2011

Parque de Vassununga - SP (Visita em 2010)







Palestra no Teatro municipal de Batatais para alunos da rede pública

Pessoal essas são fotos de uma palestra sobre profissões para alunos da rede pública de Batatais que realizei com o apoio de meus amigos do Clube de Xadrez de lá.





Feira de Educação em Porto Alegre

Pessoal, algumas imagens da feira e congresso de Porto Alegre que tivemos um stand, apresentamos nossas soluções para professores e gestões de escolas de todo o estado, foi muito gratificante... Na ordem de imagens: Pessoal do trabalho em comemoração posterior, conversação com colegas de trabalho e apresentação para professores de aula digital de geografia...








Formação de professores em GO



Foto após a palestra de novas tecnologias e estratégias de educação para professores em GO. Site do Colégio: http://ipen-institutopresbiterianodeensino.blogspot.com/2011/06/parada-pedagogica-14062011.html

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

SAPO - passo a passo

1 - Conquistar um novo ambiente é desbravar

2 - Os anfíbios mudaram para conquistar um novo ambiente


3 - Os anfíbios são uma espécie desbravadora



Argumento Um.

Casos históricos de colonos e suas dificuldades e o esforço para se apossar, submeter, subjugar um novo ambiente.

O fato de poli-se para, livrar-se de obstruções, e poder explorar, vencer desafios e obstáculos.


Argumento dois

A espécie sai de um ambiente aquático, onde até então na terra era lugar exclusivo da vida, e “coloniza” a terra seca, dando origens a outros tipos de seres.

O esforço evolutivo a questão da transformação, entendido aqui transformar, como alterar conteúdos que caracterizariam o ser como tal.

Espécie que usa da mudança como passo do desenvolvimento.


Conclusão

Os anfíbios ao desbravar a terra seca iniciaram uma nova fase da evolução da vida na terra e, portanto oportunizaram na criação de uma diversidade de seres.


Peça final

Queremos simbolizar com a imagem de um sapo o constante movimento de transformação e adaptação da vida. O sapo um dos anfíbios com maior destaque na mente coletiva é a síntese de uma espécie que saiu dos oceanos e desbravou a terra seca. E neste ato, a alteração definitiva do curso da vida na terra.

A mudança de suas características intrínsecas de um animal aquático para outro ser que fosse capaz de viver em terra seca é um grande salto na evolução da vida. Mudar é, portanto transformar.
Transformar é viver. Ético a educação que transforma.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Reflexão Livre - mais uma sem título

Uma pequena taça de vinho tinto, conteúdo e liquido se fundem em conceito. Agora não é mais a bebida separada do vidro, e sim um complexo inteiro que ao olhar transmite o ideário do bebedor. Daquele que observa a garrafa, a safra, o tipo de uva, o acompanhamento e prepara com todo o rito da degustação. Também deduzimos a paciência ou afoito do bebedor, se apenas quer se embriagar ou sensibilizar o paladar.
Encostado na parede de uma sala escura, nossa dedução se faz presente. Algumas lágrimas poucas, a cada gole, restam menos do saboroso vinho e da garrafa faz-se ícone póstumo.
O já bêbado, corre para a janela, olha a avenida e percebe o silêncio do feriado...

Reflexão Livre – hora do intervalo

Em dias chuvosos e com sol ausente percebo com estranheza o verão, olho para o céu cinza, sinto os leves pingos d’água e coleciono um olhar único ao quadro que me cerca. O abraço das horas, o canto dos minutos, o triste e lento esperar de uma chegada previsível e imutável agora distante, e, em alguns instantes, breve, são companheiros precisos, exatos e imutáveis. Nesse dia nebuloso, em nevoa, tal qual um sonho de terror, com alma de mistério e medo, eu adormeço acordado, em transe, nem lá ou cá... Nem um ou outro. É dia, mas não há definitivamente um sol, é dia, e não tenho os sinais do dia, ou não tenho os sinais do verão que lembrava. O passado do verão agora estão quase apagados, deletáveis a memória, um vaso quebrado que me esforço a recompor os pedaços, mas a mente falha, e faltam pedaços. Percebo a construção mental, consigo nomear o objeto, e, simultaneamente, encontro a ausência dos detalhes faltantes...
Remontei, e remonto o dia de verão, contudo, o que tenho é uma manhã cinza... Lama, pegadas, vestígios de um passado de outrora, do sol, calor, enfim, verão...

Fábio Visioli

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

No Wow

Tradução livre de uma música do The Kills


Você vai ter que passar por cima do meu cadáver
para sair por aquela porta
Você me encantou com a sua magica
meio trágica
"Pra sempre" é o tipo de coisa que você não tem mais
E todas as pessoas que você vê se aproximarem pra te salvar
Você as inventa na sua cabeça
Seus olhos são sagrados, rolando, surrando, batendo
O teto se aproxima de você todo o tempo
Não há mais surpresa agora
Foram todas sufocadas
Quem não morreu ainda, vai morrer na praia
Não há mais surpresa agora
Não há mais surpresa agora
Não há mais surpresa agora
Goteja, goteja, goteja, assim como..
Goteja, goteja, goteja, assim como..
Goteja, goteja, goteja, assim como o livre fim da noite

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

É legal o som...

Disneylândia - Titãs

Filho de imigrantes russos casado na Argentina
Com uma pintora judia,
Casou-se pela segunda vez
Com uma princesa africana no México

Música hindú contrabandiada por ciganos poloneses faz sucesso
No interior da Bolívia zebras africanas
E cangurus australianos no zoológico de Londres.
Múmias egípcias e artefatos íncas no museu de Nova York

Lanternas japonesas e chicletes americanos
Nos bazares coreanos de São Paulo.
Imagens de um vulcão nas Filipinas
Passam na rede dc televisão em Moçambique

Armênios naturalizados no Chile
Procuram familiares na Etiópia,
Casas pré-fabricadas canadenses
Feitas com madeira colombiana
Multinacionais japonesas
Instalam empresas em Hong-Kong
E produzem com matéria prima brasileira
Para competir no mercado americano

Literatura grega adaptada
Para crianças chinesas da comunidade européia.
Relógios suiços falsificados no Paraguay
Vendidos por camelôs no bairro mexicano de Los Angeles.
Turista francesa fotografada semi-nua com o namorado árabe
Na baixada fluminense

Filmes italianos dublados em inglês
Com legendas em espanhol nos cinemas da Turquia
Pilhas americanas alimentam eletrodomésticos ingleses na Nova Guiné

Gasolina árabe alimenta automóveis americanos na África do Sul.
Pizza italiana alimenta italianos na Itália

Crianças iraquianas fugidas da guerra
Não obtém visto no consulado americano do Egito
Para entrarem na Disneylândia

domingo, 30 de agosto de 2009

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Porta Curtas

Video interessante e pedagógico...rs

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A mediação e o coordenador

O problema da função do coordenador pedagógico, no que tange a mediação dos conhecimentos para a formação continuada dos profissionais da educação na escola, bem como, o atendimento a pais e alunos, e ainda, na contribuição positiva para o estabelecimento e fortalecimento de uma escola realmente inclusiva e democrática, perpassa para nós uma questão até então anterior à função (ou cargo), mas sim, filosófica por assim dizer.
Sem pesarmos em termos de Hegel, a dialética é um jogo de teses, antíteses e sínteses para se alcançar à conformidade com o “espírito absoluto” e uma vez os homens conformados (moldados) com a vontade desse espírito chegaríamos na razão do tempo histórico, assim, existe uma verdade a ser descoberta e alcançada que (ao nosso ver) para Hegel independe da realidade. Em paralelo, o coordenador escolar, tem uma experiência, acesso as normativas institucionais das secretarias de educação e poder para mover o corpo escolar para uma determinada direção e meta, e poderia assumir uma postura Hegeliana tentando conformar o todo escolar, sem observar a realidade, a uma regra uma normativa ou posturas teóricas.
Por outro lado, os jogos de forças da realidade falam aos sujeitos, e rebeliões brancas sempre ocorrem, a desobediência ou “releitura” das regras, de modo a favorecer determinado grupo, crença ou análise não estão ausentes na escola. Uma leitura que parte da realidade e a partir dela propõe uma discussão, um consenso e um diálogo com as normas, leis e contribuições teóricas também estão na perspectivas de atuação do coordenador. Nesse sentido, uma ação, uma prática, que lembra muito a análise Marxista ou (até mesmo) Aristotélica, no sentido que observamos o Ato (a realidade ou atualidade) e a partir daí nosso curso de ações e respostas. Assim, observamos a realidade, sentimos os problemas que afligem aquele grupo em questão e somente depois apontamos um direcionamento, um curso de ação, lastreado em reflexão, leitura e consensos.
O coordenador tem então um desafio quanto a origem de sua função, de mediar os conhecimentos aos colegas professores, de atender os pais e alunos, no sentido de estabelecer uma gestão democrática e participativa, visando a inclusão de diversos grupos, sem, ser determinista (ou impositivo) e ao mesmo tempo sem desrespeitar as normas, leis e lastro teóricos de suas ações. Ele (coordenador) não pode impor ao coletivo escolar uma visão, mas não pode deixar de ter uma visão sobre esse coletivo, deve propor a avaliação e reflexão constante de todos os participantes da escola, mas não pode impor sua interpretação dos fatos, deve sugerir leituras e questionamentos, contudo ter o cuidado para deixar emergir do conjunto dos participantes suas preocupações, demandas e usar esse material como norte para pesquisa, formação e planejamento.
Assim, propor um curso de formação para participantes dos colegiados da escola (conselho, grêmio e associação de pais) e uma série de reunião com professores para trabalho pedagógico coletivo, pertence a parte da função provocativa e fomentadora do coordenador, que chama para a reflexão, para a leitura, para o debate e diálogo os mais diversos atores da escola. Contudo, o resultado não pode ser pré-determinado, pois é com o debate (após o debate) que muitas ações serão tomadas, que se planejará o trabalho com os conteúdos, a solvência de problemas do cotidiano escolar e até mesmo se levantará temas como violência, disciplina, problemas de participação, verbas, didáticos e demais.
Tais questões perpassam não somente a atitude e perfil do indivíduo que ocupa a coordenação, mas também, seus conhecimentos e projeções do homem na sociedade e no mundo, suas concepções filosóficas do indivíduo, suas crenças quanto ao jogo democrático e das leis, seus lastros teóricos e sua capacidade de síntese e liderança. Como também o ambiente que ele está inserido, sob quais limites ele trabalha e como poderá ocupar um espaço na escola para atuar. Como notamos, a formação docente e a experiência docente se completam com a experiência de vida e a trajetória que se fez para chegar até a coordenação.
Enfim, como propor sem impor? Como atuar sem determinar? Esse é um desafio constante a esta função e para o indivíduo que a ocupa.